sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Nas Horas Mortas da Noite


Trajada de branco, de pés descalços,
Vago pela calada e velha noite
A procura de almas inquietas e pávidas
Para obter consolos e sobreviver
Dessa triste e inútil solidão
Que me atormenta fortemente.
Andando nas estradas pedregosas
Envolvida nessa densa escuridão
E sem luar
Sentindo a neblina fria penetrar no meu corpo
Trazendo esse frio horrendo e doentio
Dominada pela essa vontade de conhecer
O que há de fascinante nesse novo mundo
O mundo onde as sombras negras se encontram
Onde os espíritos fantasmagóricos vagam apavorantemente
Onde os vampiros andam em busca de sangue fresco
E pessoas que também andam sem destino... Como eu.
Nesse mundo trevoso e essa tarde noite
Descobrir um lado meu desconhecido
Um lado misterioso, enigmático
Ocultada pela essa vida cruel
Que o tempo me sufocava profundamente.
Feliz por está livre
Andando nas horas mortas da noite
Encontro-me com seres meramente taciturnos
Que me inebria com os prazeres das trevas densas que
Enfeitiçam a minha arte de viver!

A força do Medo



No silêncio da misteriosa meia-noite
Deitada nesse imenso quarto frio e sombroso
Tranco-me aos poucos
Abraçada pelo medo.
Porque esse temido medo?
Que medo é esse?
Medo de morrer?
Medo de viver?
Medo dos vivos?
Medo dos mortos?
É um medo inexplicável
Que atormenta dia e noite
Intensamente
Que perturba a minha alma
Que inquieta o meu espírito
E que não me deixa dormir serenamente.
Um medo mórbido e pavoroso
Que intimida profundamente a minha mente desvairada
Provocando assim um sofrimento intenso
Que jamais irei suportar
Todas as altas noites da minha única vida!

By Lila Darkness

A Melodia do Piano


Numa noite serena e tempestuosa
Em um recôndito porão a luz de velas
Ponho-me a tocar piano
Tocando uma melodia andente e ao mesmo tempo lânguida
Para aliviar-me da lúgubre angústia e revolta
Que corroe todo o meu coração tristemente partido.
O piano toca
Entrego-me aos prantos.
Com o som deslustrante de melodia comovente
Faz-me curar de uma doença
Que corrompeu todo o meu corpo
Por iludir-me de um amor...
...que nunca se ascendeu no meu santo coração...
É nessa melodia tão deleitosa
Que me deixa levar nos fascínios da arte de viver
Na arte de sonhar
Na arte de ser livre... De ser feliz eternamente
De enfeitiçar com a magia melódica
Que me faz
Fugir das ilusões daquele amor desditoso
E que me faz arrancar do meu peito essa dor
Esse veneno amargo
Que feriu todo o meu corpo
Fazendo jorrar todo o meu sangue sagrado.
Pois me sinto curada!
A melodia deste negro piano
 Fez-me despedir dessa noite escura e dolorosa
A ter um clarear de um dia maravilhoso e belo
Para iluminar a minha vida com paz e liberdade!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

A Noite (The Night)




Oh noite airosa
Que resplandece o escurecer
Repleta de estrelas que brilham
E com o luar incandescente que enfeita o seu negror
Tem o seu lado imponderável,
Misterioso,
E obscuro
Que corrompe o meu sangue
E que deixa perplexo o meu espírito trevoso
Ah... Que doce e amarga noite
Trazendo o seu ar tenebroso
Acompanhada com a escuridão densa e envolvente
E que penetra em minha ditosa alma.
Nessa noite tão ofuscante
Ressuscita o meu viver
Aumenta a minha santa sorte
Por radiar-me pelas puras e densas trevas.
Que essa bela e singela noite
 Tão pungente
Forneça-me esse brilho sombroso
Para alimentar a minha alma totalmente desfalecida!
Oh noite serena e solitária!
Como eu te anseio...
Amo-te como amaste a mim mesmo
Embriago-me com a força do teu luar
Enveneno-me com o brilho das suas estrelas
Que tem o poder tão sagaz!
Foi por essa noite tão fria e enigmática
Que escrevo essas profundas palavras
Que vem de uma vida tão oculta
Osculada pela solidão!

By Lila Lee Darkness

domingo, 2 de janeiro de 2011

Amor Fantasma (The Phanton of Love)



"A solidão que traz a mágoa
Torturando todo o meu corpo
Esmagando assim todo o meu coração
Profundamente ferido
Por causa de um amor fantasmagórico
Que assombrou quase toda a minha lúgubre vida."
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