quarta-feira, 27 de julho de 2011

Em Presença da Lua...

Oh lua,
de que és tão faceira
esse brilho tão es especial, tão puro
que marca presença nessa noite cálida e escura
O brilho das estrelas
que enaltece o seu luar
que harmonisa o negror da calma noite
tornando esplendida a magia noturnal!
...

Éssa noite enluarada
que enfeitiçam os amantes do amor
que faz as donzelas suspirarem ao deleite da solidão
e que faz de inspiração aos poetas com os seus poemas imagináveis...
fascinada por essa alvura luarenta
que ilumina os sentimentos mais profundos
do meu coração intricável
e que alimenta mais em mais o meu espírito...
Por tornar a trevosa noite
em uma nobreza com devaneios,
uma encantadora lua de seu poder subjugante...
fruto da natureza perdida, no silêncio perturbador...

sábado, 23 de julho de 2011

As águas desse rio...




Rios que deságuam
Como o sangue que correm nas veias
Margeando os sentimentos mais internos
Redescobrindo minhas intenções...
(...)
Águas que lembram sangue
Que correm nesses rios
Que navego livremente, buscando paz...
Ao desfrutar do iluminar desse luar
Destacando nesse manto negro noturnal
Dando ideias mais precisas, plangentes
Originada de emoções fantasiosas
Desvirginando as razões do meu viver
(...)
Na beira desse rio
Que ando, em busca de liberdade
Desprendendo das correntes de aflições
Sendo escrava de constantes sofrimentos
Levando-me ao mais temido medo
De poder ser feliz...
Nas margens desse caudaloso rio
Deslizando a nau carregada de esperanças...
No meu gélido coração!

By Lila Darkness

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Meu Suicídio!!

 

 E assim me entrego
A essa morte lenta e lastimosa
Deitada nesse pedregoso chão
Com meus pulsos feridos profundos
Fazendo-me sangrar sem cessar

Irei,
Despedindo-me dessa lúgubre vida
Onde a crueldade reprime
Que me ofereceu frutos imprudentes
Frutos de maldições conseqüentes
Aprisionando a única liberdade
E todas as chances de ser
De gozar o direito de ser feliz

Desde então
Vou,
Dando o meu adeus aos amores antigos
Respirando com arquejo
Partindo para o mundo onde o descanso impera
Onde reina o mais casto silêncio
Debaixo daquela pedra negra
Nos arredores do campo-santo
Para cessar de todo esse lamento...
Amém!
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