quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Nas asas do Corvo (Ravenland)



Voa sozinho dentro da noite
Absurda e imensa não a foi-te
Eterna e fria afaga meus sonhos
De memórias antigas queimadas
E as cinzas destas por corvos levadas

Ave sombria de olhos místicos e obscuros
Que guarda em si segredos de hostes celestiais.
Velas queimadas, lágrimas caídas, sob as lápides de quem voltará jamais.
Assim pensavas "é só isso e nada mais" até enquanto eu não escutava o teu canto
Vagando em "ais".

Minha despedida...




Deixo por escrito, palavras que anunciam a minha despedida, de vocês,, seres dessa natureza obscura, presa nesse encanto das trevas selvagens infinitas...
Pois irei,
A um mundo,
Inédito ao meu conhecimento
Em que habita um anjo trajado de negro, que está a minha espera, com o seu ardente desejo de me possuir, de sangue e espírito e para que possa amá-lo de todo sempre, noite a noite...
Vou pertencer, a morada dos deuses negros e selvagens, ocultada por densas nuvens negras, iluminado por nítidos raios, produto de perigosas tempestades, que induz a ira dos excluídos desse mundo que irei deixar..., pois é lá, em que meu amado anjo negro o vive onde vou poder contemplar os mais doces prazeres, em que prospero em diante, irei amar possuir e viver sob o escuro celestial, em que a paixão impera dentro daquele sombrio coração, que me faz cair aos pés desse negro amor, no céu dessa última noite, em que estou aqui...
Estou indo, resguardando lembranças desse mundo no meu coração, e levo comigo, feridas profundas de freqüentes desilusões, conseqüentes nesse lado amargo dessa vida, que agora abandono, quebrando correntes, indo de braços abertos em destino do meu anjo negro..., ansiar do seu amor... Das trevas celestes eternamente!
Me disperso de vocês, amores perdidos, pelas sombras do abismo...

Adeus

Diante da Lua Cheia

sou um ser,
eternamente obscuro,
que domina essa lua cheia
dando-me forças para desafiar as aramadilhas
dessa escuridão selvagem e perturbadora.

sou amante da meia-noite
em que uivo no alto das florestas
transformando em um lobo voraz
faminto de almas...
pois os busco,
para poder me aponderar do corpo
possuir do sangue...
embriagando-me de amores mortais
perdidos nessa extensa mata virgem
condenados pela medonha solidão.

é nesse sexto dia
que sou idependente
amante desse luar
esplendoroso e incandescente
misterioso, ando
em forma de um lobo
que uiva de paixão
nas gandezas da Meia- noite!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Pandemoniun


nesse palácio infernal
encontro-me com os deuses das trevas
em que sou padecida com duros castigos
condenados pela morte
por dolorosos assassínios
do prazer da vingança...

é aqui que granjeio
do temível poder
em que ando em devassidão
e que saboreio o sangue do pecado
de ingênuas pessoas
mortalizadas por Belial!

torno-me um ser
diante desse inferno
um ser ferino,
devorador de almas,
condenadas pelo impiedoso destino
e que sinto o deleite
mais terrífico e tenebroso,
instintos diabólicos
de um domínio maléfico
em presenciar a maldade jorrar como sangue
no chão destrutivo
que há no mundo em que vivi...

pois serei coroada
a me tornar mais um demônio
filha do Satã
habitante desse pandemôniun
em fim..
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