sábado, 11 de fevereiro de 2012

A Bela da Meia Noite


Ando sozinha nessa vasta selva tenebrosa,
onde o escuro envolve a estrada da meia-noite trevosa,
trajada de branco, sou uma dama de mera inocência
e que por dentro o rigor setencia
fazendo- me vagar sem destino,
assombrando almas perdidas nesse breu infinito,
por minha sombria aparência...

ando com meu coração apertado
pois minha consciencia sufocante me deixa inqueta
a me fazer ir presenciar
o fruto do meu ventre
dentro das lápides
clamando por minha causa
em lágrimas de ralo sangue...

irei consolar
irei partilhar
as minhas penosas tristezas
ao luar imenso e esplendoroso
até o meu espírito fenecer
nas brisas do amanhecer...

By Lila Darkness Gothic 80`s +++

A Mulher de Branco


 
Diz-se no folclore brasileiro e mundial, que é (ou não) um fantasma de uma bela mulher trajada de branco que anda nas estradas à meia noite, assombrando quem a ver.
Existem várias versões da lenda: Diz-se Que é uma mulher bonita que costuma a pedir carona aos motoristas, diz também que uma mulher que vagam pelo cemitério a noite pelas sepulturas ouvindo o choro dos filhos que matou, e também diz de uma mulher que anda pelas ruas e estradas a meia noite abordando os homens.
A versão mais conhecida é que certa moça bonita casou e logo após do casamento ela engravidou de gêmeos e o marido a abandonou. Aflita, ela decide matar os filhos assim que parir e fez isso. Depois de muito tempo ela percebeu o grau dimensional do erro que cometera, e então todas as meias noites e principalmente noites de lua, andava obscuramente trajada de branco ou de preto até o cemitério onde estão enterrados os filhos que matou, serenando o choro deles, bem como pagar o erro que cometeu. Pelo o horário tardio e o seu jeito enigmático de andar assombravam que a via.
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