terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ninfas de Cemitério




Almas que se guardam no nítido silencio
Descanso eterno, profundo.
Nesse pacifico funesto e soturno,
Em uma necrópole quase infinita...

Seres protetores da noite
Amantes do obscurecer
Inspirações veementes
Posta nas mentes de seres
De mero prazer solene
De suas poesias languidas, profundas.

Brinda com o vinho da perdição
Debruçando nos amores em vão
Bebendo do vinho luxuriante
Das tácitas orgias vampirescas e necrófilas,
Inebriante de macabras paixões
No seio da lua nova...

E que os espíritos adormecidos se reúnem
Com esses seres excêntricos
Entoando canções, sortilégios nevoentos.
Tenebrosos sonetos
Da ardente magia
Vestida de negro!

Nevoenta



De escuridao a escuridao...
uma inspiracao...
uma essencia de sofreguidao
esse silencio eterno
a nevoa branca atordoa meus sentimentos
embacando a liberdade
de querer me expandir
de querer deixar fluir
os pensamentos entao
poesias que estao presas
na minha mente endurecida
por mediocres leis
que sao nevoas gelidas
sufocantes tortuosas
causando essa morte brusca
de uma rara filosofia
de poder enxergar
essa vida tao cruel...

A Essência da Noite


Inspiradora e majestosa
Oh noite cálida e tenebrosa
o meu ser lúrido
atravancando em pensamentos densos
minha aura reluz transparências
uma calma inpiração
iluminada pela Deusa
e pelos encantos lunares, melódicos e languescentes
adoremecem almas carentes
padecentes do sono penuriante
sentimentos escassos, áridos
tedioso e profano...
nostalgias se esvai pelos os umbrais
pois ando perdida na madrugada nebulosa
o silêncio atônito
faz- me perder nas escritas do meu pensar
nos fraguimentos, poesias que regem o meu rancor
de vidas torturantes
por onde andei
nos vazios confrangedores
sofrimentos apáticos
lívido de dores
e que ainda retenho
mas que paira sobre as neblinas dessa noite
quase interminável
e que converso por escrito
jorrando palavras do meu âmago
deturpadas pelo o passar do meu viver...
dos outros viveres!

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