sexta-feira, 1 de março de 2013

Silêncios e Desalentos




Que todos os meus órgãos estão a clamar
Pelas torturas sentimentais
Provida pelo silêncio dos ais
E pelo o amor existe jamais...

Ao domínio sombrio dessa amarga vida
Que me faz respirar esse ar venenífero
Matando-me lentamente
Sentindo a profunda dor que fere o meu peito
Vinda dessa decepção tão cruel e tão difícil de suportar

Tempestades de desalentos
Caem sobre mim
Que aprisiona a minha alma
Vendando os meus olhares esperançosos
Impedindo-me de ter o prazer
De me libertar...
Para remir aquele amor quase impossível
Que jaz no silêncio infinito!
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