sexta-feira, 17 de maio de 2013

Necrópole




Inspirador e majestoso,
um lugar frio e esplendoroso
posta nos nas pedras sepulcrais
reflito na minha vida e tais....
um lugar que guarda vidas passadas
arquiteturas ornamentadas
e um silencio funéreo 
que domina o meu dom de refletir

um lugar onde desejo estar
para uma noite desfrutar
um silencio consolador, reconfortante,
e lembranças soterradas em elaborados túmulos
que penetram em minha alma aflita, 
carente de seres que se foram para o mundo...
um mundo em que desfruto, e sinto um prazer soturno
e ver a Lua cheia refletir nos crucifixos
em uma necrópole que guarda languidas histórias que se passam através do tempo!

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Saudades do meu Anjo..




Daria toda a minha vida
para uma pessoa querida
que muito cedo partiu
para o silencio infinito
e que tanto a amava
e que tanto me amava
e que já sinto a sua falta
por todos esses dias...

Daria o fôlego da minha vida
aquele ser que desceu a alcova
alcova profunda, taciturna,
um breu vazio, perturbador
esse ser um tanto pueril
que deixa a sua vida um tanto hostil
sequentes de dores vegetativas
e sombrosas agonias...

aquele anjo que jaz
não tinha mérito tão brusco
de apagar de vez a sua aura
a sua chama de viver
resplandescente e brilhante
convertido em um mórbido palor
evanescente de esperanças...

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Noites Inspiradoras




inspiradora e majestosa
Oh noite cálida e tenebrosa
o meu ser lúrido
atravancando em pensamentos densos
minha aura reluz transparências
uma calma inspiração
iluminada pela Deusa
e pelos encantos lunares, melódicos e languescentes
adormecem almas carentes
padecentes do sono de penúria
sentimentos escassos, áridos
tedioso e profano...
nostalgias se esvai pelos os umbrais
pois ando perdida na madrugada nebulosa
o silêncio atônito
faz- me perder nas escritas do meu pensar
nos fragmentos, poesias que regem o meu rancor
de vidas torturantes
por onde andei
nos vazios confrangedores
sofrimentos apáticos
lívido de dores
e que ainda retenho
mas que paira sobre as neblinas dessa noite
quase interminável
e que converso por escrito
jorrando palavras do meu âmago
deturpadas pelo o passar do meu viver...
dos outros viveres!

Malícias da Morte




desejo-te
deseje-me
amo-te
ame-me
devora-me com a mais extensa escuridão
sugando os meus sentidos fragilizados pelo tempo
que se esvai todo o meu sangue, indo embora sem diser adeus,
e que meu corpo gélido, pálido e doentio
envolva nas entranhas da morte
quente e impetuosa
inerte de sentidos
pleno de amor... descanso infinito!

Eterna Escuridão



negrume envolto no recinto
terno silencio, sóbrio pavor
cega, as manchas de perigo
pleno perigo, perturbador!

trevas nítidas, extensas e mórbidas,
cegam mentes e olhares do elo que se perdeu
e o silêncio que atravessam pelos ares
cruzam com o inconsciente medo
que se perdem no negror, tormento negror!

e as sensações intrigantes
o pasmo, o amargo, o inóspito silêncio
desesperando os corações perdidos
que a escuridão devoram os caminhos
tornando inerte, sem destino...

e a paz se cobre de negro
o escuro vil, hostil
percorre ao longo da madrugada
e sem conceber uma só luz..
um luzeiro que possa me acolher
que possa me opor do medo
desse medo inquietante,
de ser devorado pelo o perigo
esse perigo pleno de torturas,
...eis uma interminável escuridão!
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